segunda-feira, 15 de outubro de 2018

xadrez aos que gostam de desafos

      Lembro-me de quando era criança, e acompanhava meu pai aos torneios. Quando íamos a orla,  ao parque da cidade, ao Shopping Paraíso. Aos encontros com o xadrez, aquelas peças todas organizadas, aquelas pessoas que pareciam estar discutindo, e no final sempre a risada, não dava pra entender. Joguei, e até aprendi algumas técnicas, ficava muito ansiosa pra colocar em prática .
     É uma sensação inexplicável , não se sabe ao certo se é hobby, vocação, talento, desejo por aprender , viciar em ganhar, ou tudo misturado. Hoje nem tanto, mas antigamente a empolgação de ver meu pai, com toda aquela agitação a certeza que ia ganhar. E ganhou! Pois é o melhor no que faz, não por ser superior, porque estudou, treinou, e deu aquele exemplo, faço porque gosto, porque vale apena , porque pra mim, é prazeroso.
     Quem não conhece, quer conhecer! É um jogo, mas poderia ser um assunto da matéria , que incentiva o raciocínio, a memória, que transforma o distraído e deixa mais esperto, porque ganhar é muito bom e todos gostam, porque contagia os que olham, os adultos brigam por ganhar, e as criançadas se divertem.  
     Xadrez não é só uma arte, mas é uma história, história de quem joga, de quem aprende e de quem ensina, história que conta para os filhos, netos e amigos. Porque é bom de ouvir, é bom de imaginar e até sonhar, porque muitos viajam por ele e conhecem o mundo por ele, e ajudam por ele, porque xadrez é a arte de quem ensina e passa pra quem quer aprender. 
    Então viaje no mundo do xadrez, das ideias, brincadeiras, conversas e risadas, porque não é apenas um jogo, é aquela roda disputada daqueles amigos que adoram um boa partida e acompanhado daquela coca-cola bem gelada!


Anny Fernandes